sexta-feira, 13 de março de 2009

Crônica: O voto seria bom se fosse aberto.

Viva a Constituição do Brasil!... Repleta de orações tão lindas como o amanhecer, entretanto muito difíceis de compreender, ainda bem que existem os advogados. Vamos párar de enrolação e irlogo ao teor central dessa crônica. 

Pois bem, foi na década de 30 quem assumiu a presidência do país foi o ditador Getúlio Dorneles Vargas, o Lula da antiga república, que usando de atitudes muitas vezes até violentas chegou ao poder e depois ludibriou o povo brasileiro, conseguindo por meio de "esmolas" ser populista. E em um de seus tantos momentos de plena insanidade instituiu o voto secreto; não deu outra ele logo se tornou um verdadeiro "Deus" perante a grande massa de eleitores safados que não se preocupam com o coletivo, e sim com o individual.

Com o passar das décadas foi-se elaborando novas Constituições até chegar à atual, que é a de 1989, e nela há assim como em todas as outras um artigo que deixa explícito que o voto deve, não tem de ser, feito de forma secreta. Oba! Um prato cheio para os eleitores desonestos. Vou te explicar por que o voto seria honesto se fosse falado (ao vivo) e diante de todos, em especial dos candidatos. Quero desde já adiantar que não estou generalizando, pois aprendi que para toda regra, graças a Deus, existe sempre exceções.


Caro leitor amigo reflita - se eu, por exemplo, for candidato a prefeito de uma determinada cidade e tiver uma excelente condição financeira, ou seja, for muitíssimo rico os eleitores virão até mim para tomar conhecimento das minhas propostas acerca da educação, da saúde, etc. Ou, então, vir-me-ão pedir (em alguns casos até se vilipediam) para que der-lhes um pouco do meu dinheiro? Isto é a famosa e ilícita compra de votos. Pare e pense qual será a atitude dos eleitores (...) Acertou quem pensou na segunda atitude. E é certo, assim como dois e dois são quatro, que se eu quiser vencer as eleições terei que atendê-los, só que quando terminar a campanha eleitoral terá também acabado o meu dinheiro e o que obtive por meio de empréstimos. Contudo após o fim dessa verdadeira "maratona" que é a eleição eu consegui lograr êxito, ou seja, venci
pela força do povo ou não seria melhor pelo poder de compra do meu dinheiro?(...)

Quando eu for assumir a prefeitura da referida cidade qual será a minha prioridade? Um ponto para quem imaginou recuperar todo o meu dinheiro (e o que peguei emprestado) e mais algum, não achem que eu sou um prefeito ladrão apenas estou cobrando juros. Sei que você deve estar pensando que estou falando de sua cidade, mas pode ficar tranquilo não citei nomes, sou "ético". Porém digo que na maioria das cidades que conheço a "democracia" é feita dessa triste maneira, por isso que quem estar no poder é difícil de sair (quer uma fonte de dinheiro melhor que uma prefeitura na qual os vereadores se muito sabem é escrever, e mau, o próprio nome).

Enfim devemos usar bem o nosso poder de raciocínio na hora de escolhermos os próximos governantes. Aquelas pessoas que irão, se forem de fato políticos honestos, lutar pelo bem-estar de todos independente se este votou ou não na sua pessoa. Daí a importância do voto, pois com ele podemos melhor o presente e garantir um futuro repleto de alegrias.

(Crônica de Edvarton Cavalcante)

Um comentário:

  1. Meu Deus!!
    Diante não há outra
    palavra a não ser
    GENIAL!!!
    Parabéns Edvarton vc vai longe...

    ALINE**

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